Já está no ar o primeiro vídeo da série 12 SEMANAS/12 PEDRADAS: Tempo!
"Tempo" é uma música que nasce
de uma reflexão sobre a existência humana na Terra. Seus ciclos, suas dúvidas,
suas dores. Um ser que se encontra diante de uma nova encruzilhada, um novo
dia, uma nova chance, e reflete sobre que rumos tomar: será que não há mais
volta? se o tempo, mesmo com todos avanços tecnológicos, anda somente para a
frente, devemos caminhar de volta às nossas origens. Devolver as árvores
derrubadas, o sangue derramado, a inocência roubada. Desaprender, deslimitar.
Voltar à caverna e reaprender a voar."
Ficha Técnica:
Artista:
Nave Drassa
Música:
Tempo
Autor:
Tiago Constante
Nave
Drassa:
Tiago
Constante - guitarra e voz
Fabiana
Ferreira - voz, percussão e performance
Jeanine
Rhinow - percussão e voz
Kelwin
Grochowicz - contrabaixo
Mario
Negreth - percussão
Direção
Geral: Tiago Constante
Direção de
Arte: Nave Drassa (coordenação Tiago Constante & Fabiana Ferreira)
Direção
Musical: Nave Drassa (coordenação Tiago Constante & Kelwin Grochowicz)
Figurino:
Nave Drassa (coordenação Jeanine Rhinow)
Cenário:
Nave Drassa (coordenação Tiago Constante & Fabiana Ferreira)
Imagens:
Veredas Audiovisual
Câmera:
André Glenn Post
Áudio: 2k
Estúdio
Edição:
[in]Constante Arte Independente
Letra da música:
Pensando
na vida
Para onde
ela vai me levar?
Será
alegre ou sofrida
Para onde
será que ela vai me levar?
Hoje
estive pensando na minha vida
Por qual
rumo devo seguir
Sei que um
novo início se aproxima
Será que
eu irei conseguir alcançar
Minhas
metas de vida, os meus sonhos
Perseverar
Faço um
salto no tempo e imagino
Onde e
como eu vou estar
Será que
terei uma família?
Ou viverei
a minha vida só?
Morrendo
nos bares da vida
Revivendo
ao ver o pôr-do-sol
Será que
terei fama e dinheiro?
Será que
ainda conseguirei cantar?
Vou querer
abraçar o mundo inteiro?
Será que
ainda terei tempo
Pra
sonhar?
Pra
sonhar?
Pra
sonhar?
Hoje
estive pensando na minha vida
Hoje, mais
que sempre, sigo pensando na minha vida, nas minhas atitudes: como elas se
refletem no mundo em que eu vivo?
Como posso
fazer para ser mais tolerante? Quantos atos e pensamentos atrasados,
retrógrados, machistas, eu me pego tendo por hábito, costume, todos os dias?
Por que o
caminhar não é sempre leve? Por que sempre complicamos tudo? Por que é tão
difícil evoluir?
Quem sabe
o que é certo ou o que é errado?
Eu? Eu mal
sei de mim
Quando foi
que nos tornamos destruição?
Em que
ponto da história perdemos o rumo?
Será que
não há mais volta?
Se o
tempo, ainda hoje, anda somente pra frente:
Devemos
caminhar de volta às nossas origens
Devolver
as árvores derrubadas
O sangue
derramado, a inocência roubada
Desaprender,
deslimitar
Voltar à
caverna e reaprender a voar