terça-feira, 28 de maio de 2019

PEDRADA 01/12 - TEMPO

Já está no ar o primeiro vídeo da série 12 SEMANAS/12 PEDRADAS: Tempo!



"Tempo" é uma música que nasce de uma reflexão sobre a existência humana na Terra. Seus ciclos, suas dúvidas, suas dores. Um ser que se encontra diante de uma nova encruzilhada, um novo dia, uma nova chance, e reflete sobre que rumos tomar: será que não há mais volta? se o tempo, mesmo com todos avanços tecnológicos, anda somente para a frente, devemos caminhar de volta às nossas origens. Devolver as árvores derrubadas, o sangue derramado, a inocência roubada. Desaprender, deslimitar. Voltar à caverna e reaprender a voar."






Ficha Técnica:


Artista: Nave Drassa
Música: Tempo
Autor: Tiago Constante

Nave Drassa:
Tiago Constante - guitarra e voz
Fabiana Ferreira - voz, percussão e performance
Jeanine Rhinow - percussão e voz
Kelwin Grochowicz - contrabaixo
Mario Negreth - percussão

Direção Geral: Tiago Constante
Direção de Arte: Nave Drassa (coordenação Tiago Constante & Fabiana Ferreira)
Direção Musical: Nave Drassa (coordenação Tiago Constante & Kelwin Grochowicz)
Figurino: Nave Drassa (coordenação Jeanine Rhinow)
Cenário: Nave Drassa (coordenação Tiago Constante & Fabiana Ferreira)
Imagens: Veredas Audiovisual
Câmera: André Glenn Post
Áudio: 2k Estúdio
Edição: [in]Constante Arte Independente


Letra da música:


Pensando na vida
Para onde ela vai me levar?
Será alegre ou sofrida
Para onde será que ela vai me levar?

Hoje estive pensando na minha vida
Por qual rumo devo seguir
Sei que um novo início se aproxima
Será que eu irei conseguir alcançar

Minhas metas de vida, os meus sonhos
Perseverar
Faço um salto no tempo e imagino
Onde e como eu vou estar

Será que terei uma família?
Ou viverei a minha vida só?
Morrendo nos bares da vida
Revivendo ao ver o pôr-do-sol
Será que terei fama e dinheiro?
Será que ainda conseguirei cantar?
Vou querer abraçar o mundo inteiro?

Será que ainda terei tempo
Pra sonhar?
Pra sonhar?
Pra sonhar?
Hoje estive pensando na minha vida

Hoje, mais que sempre, sigo pensando na minha vida, nas minhas atitudes: como elas se refletem no mundo em que eu vivo?

Como posso fazer para ser mais tolerante? Quantos atos e pensamentos atrasados, retrógrados, machistas, eu me pego tendo por hábito, costume, todos os dias?

Por que o caminhar não é sempre leve? Por que sempre complicamos tudo? Por que é tão difícil evoluir?
Quem sabe o que é certo ou o que é errado?
Eu? Eu mal sei de mim

Quando foi que nos tornamos destruição?
Em que ponto da história perdemos o rumo?
Será que não há mais volta?

Se o tempo, ainda hoje, anda somente pra frente:
Devemos caminhar de volta às nossas origens
Devolver as árvores derrubadas
O sangue derramado, a inocência roubada
Desaprender, deslimitar
Voltar à caverna e reaprender a voar